Resistência nos 68 mil e IFR sobrecomprado podem dar indícios de topo.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Procura-se novos moradores
Galera, estou usando o espaço do blog para lançar uma campanha de busca de novos moradores para essa casa, nas fotos aí abaixo. Não, não é nenhum tipo de reality show, nem nada do gênero.
É que o nosso amigo PH, ilustre anfitrião desta humilde morada, localizada no Setor de Mansões do Lago Norte, está procurando novos inquilinos para dividir a casa. Isso porque as pessoas que moravam com ele tiveram, que se mudar, muito a contragosto (também com um visual desse...)
Então estou ajudando-o na busca de novos moradores para dividir a casa. São 4 quartos, inclusive suíte.
Se você não estiver interessado ou já tem o seu canto, envie a mensagem para outros amigos, pois o cara tá procurando por amigos, e amigo de amigo é amigo também...É o tipo de coisa que não dá para anunciar direto no Correio Braziliense... por isso preciso da ajuda dos amigos
Quem tiver interesse pode mandar um e-mail para mim em rgerhard@uol.com.br ou direto para ele no pharaujo@planalto.gov.br
É que o nosso amigo PH, ilustre anfitrião desta humilde morada, localizada no Setor de Mansões do Lago Norte, está procurando novos inquilinos para dividir a casa. Isso porque as pessoas que moravam com ele tiveram, que se mudar, muito a contragosto (também com um visual desse...)
Então estou ajudando-o na busca de novos moradores para dividir a casa. São 4 quartos, inclusive suíte.
Se você não estiver interessado ou já tem o seu canto, envie a mensagem para outros amigos, pois o cara tá procurando por amigos, e amigo de amigo é amigo também...É o tipo de coisa que não dá para anunciar direto no Correio Braziliense... por isso preciso da ajuda dos amigos
Quem tiver interesse pode mandar um e-mail para mim em rgerhard@uol.com.br ou direto para ele no pharaujo@planalto.gov.br
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Iguatemi repudia bicicletas

Já é consenso, em todo o planeta, a necessidade de se buscar meios alternativos de transporte para desafogar o trânsito nas grandes metrópoles e diminuir as emissões de gases de efeito estufa. Nesse contexto, as bicicletas vêm exercendo um papel de destaque, são vários os exemplos de sucesso mundo afora.
No Chile, hoje, já existem diversas ciclovias integradas que possibilitam a segura entre várias regiões. Na Europa, há cidades em que as administrações disponibilizam bicicletas em suas estações de metrô para o usuário circular nos centros urbanos e, ainda, instalam bicicletários seguros em toda sua extensão, a fim de estimular o cidadão a sair de casa pedalando. Em vários países a integração do transporte público com as bicicletas ocorre também com os ônibus coletivos, pois esses possuem, em sua área externa, suportes para o transporte de bicicletas. E muitos outros casos poderiam ser citados.
É importante, ainda, a percepção de que todas essas ações são respaldadas por campanhas que incentivam e encorajam o hábito saudável “do pedal” e que visam, sobretudo, desenvolver a consciência de respeitar aqueles que utilizam a bicicleta como meio de locomoção e estilo de vida.
Complementarmente, também já começa a se formar uma nova cultura empresarial voltada a atender os empregados que são usuários de bicicleta. São muitas as empresas que oferecem instalações capazes de suprir as necessidades dos ciclistas tais como duchas, armários e estacionamento próprio para as magrelas, além de proporcionar incentivos.
No entanto, Brasília parece caminhar na contramão do futuro. Infelizmente, são muitas as atitudes negativas e omissões que vão completamente em direção oposta à difusão do uso das bicicletas. Há algum tempo, o Governo do Distrito Federal fez um grande alarde na divulgação de um programa em que se criaria 600 quilômetros de ciclovias até 2010. Entretanto, o que foi efetivamente implementado é pífio.
Em primeiro lugar, as ciclovias não se interligam. Na verdade, o que existem são pequenos trechos isolados de ciclovias, em que o ciclista pode circular com exclusividade e que terminam em vias de trânsito de automotores, sem área destinada às bicicletas, obrigando-os a disputar espaço com carros, ônibus e motos, num trânsito violento e caótico, expondo-os ao risco de acidentes e atropelamentos.
Em segundo lugar, mas não menos importante, é a discussão em torno das controversas “ciclofaixas”. O GDF chamou de ciclovias os acostamentos pintados nas pistas dos Lagos Norte e Sul. As tais ciclofaixas não melhoraram em nada a segurança do ciclista nestes bairros, pelo contrário, geram uma falsa sensação de segurança. O ciclista é levado a acreditar que aquela área é reservada exclusivamente ao seu trânsito, entretanto é constantemente surpreendido por motoristas e motociclistas que invadem as “ciclofaixas”, com seus veículos de forma irresponsável e impune, a fim de escapar do trânsito congestionado. Ou seja, a vida do ciclista é colocada seriamente em risco, pois não há proteção física alguma e nenhuma educação dos motoristas.
E para quem achava que a situação já era suficientemente aberrante para o ciclismo no DF, e que pior não poderia ficar, o cenário ficou ainda pior no Lago Norte. A inauguração do Shopping Iguatemi levou à intensificação do fluxo de veículos na região. Para solucionar o problema, ao invés de buscar soluções de engenharia de tráfego, o GDF utilizou-se, novamente, do brilhante paleativo de pintar o asfalto. Da mesma forma que havia pintado os acostamentos designando a área como “ciclofaixa” o fez agora em sentido inverso Do início do lago Norte até a altura da QI 3, as ciclofaixas deixaram de existir para dar lugar a uma 3ª faixa de rodagem. Ou seja, o ciclista vem pela ciclofaixa até este ponto e, de repente, está transitando entre os carros. E o problema vai além. A via também não possui, neste trecho, acostamento ou recuos nas paradas de ônibus.
Agora, completando o total descaso com os ciclistas do Distrito Federal, mas absolutamente coerente com a política de “desincentivo ao ciclismo na capital”, o Shopping Iguatemi de Brasília adotou uma postura de total repúdio aos ciclistas, fazendo de tudo para que as bicicletas fiquem bem longe de suas instalações. Não bastassem as vias que impossibilitam o acesso dos ciclistas, o shopping proíbe, por meio de placas indicativas em seus acessos, a entrada de bicicletas no seu estacionamento. É isso mesmo! Você não entendeu errado. Enquanto no mundo inteiro há um esforço no sentido de se estimular o uso de bicicletas, o Shopping Iguatemi, na contramão da história, adota uma postura de discriminação e desrespeito ao ciclista, ao cidadão-ciclista.
Cabe a reflexão: a responsabilidade sócio-ambiental, hoje, se apresenta como um tema cada vez mais importante no comportamento das organizações, exigindo delas novas posturas calcadas em valores éticos, comprometidos com ações que promovam o desenvolvimento sustentável da sociedade como um todo – assim sendo, com a postura apresentada, será que um estabelecimento como o Shopping Iguatemi merece nosso apreço?
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Saiba dosar o ritmo
Quando estamos treinando temos a plena sensação de que todos os treinos devem ser extenuantes, que devemos levar nosso organismo ao limite para que possamos subir nossos patamares de rendimento.
Entretanto estudos vem demonstrando que a intercalação de treinos mais leves, e mais descansos são muito mais eficazes na busca por melhores resultados.
Essa abordagem é bem detalhada no livro "Manual de Corrida" de Jeff Galloway, leitura, aliás, que recomendo a todos que gostam de praticar a modalidade.
Posto a seguir um artigo, ainda que superficial, publicado no site da O2.
Abs e bons treinos
Retirado do site da Revista O2 -18/05/2010
Ao evitar excessos em seus treinamentos, diminuindo o ritmo e respeitando as planilhas, você poupa energia e se sai melhor nas provas
Por Maurício Belfante
É instintivo achar que treinos com ritmo forte e que façam suar mais são melhores do que os realizados com menor esforço. Entretanto, os treinamentos de baixa intensidade são muitas vezes mais proveitosos para os atletas, fazendo com que o acúmulo de energia e a melhora de performance apareçam nas provas e objetivos que estão por vir.
Nem sempre mais é melhor. Treinos com ritmo forte e que fazem o corredor dar o seu máximo, têm sim seus pontos positivos, porém, a parte fisiológica acaba recebendo um cansaço extra, além de exaustão mental e aumento da probabilidade de lesões.
Controlando o ritmo das passadas em alguns treinamentos, é possível que o atleta tenha uma grande melhora no desempenho, além de ter aquela força a mais no dia da prova. “Se o corredor conseguir não extrapolar e nem deixar o seu ritmo tão abaixo, ele vai ter uma performance muito superior durante a competição”, explica Flávio Freire, diretor técnico da Assessoria Esportiva que leva o seu nome.
Entretanto, saber dosar o ritmo envolve sabedoria. É importante não deixá-lo nem muito acima do normal, nem abaixo. “Além da sobrecarga, o atleta não pode deixar o ritmo cair drasticamente, senão não terá estimulo suficiente durante a prova e poderá ter um mau desempenho”, completa o treinador.
Pontos positivos da corrida mais lenta
Dependendo das circunstâncias, o treino de baixa intensidade pode ser muito mais interessante de ser realizado do que um treino de ritmo forte. Conforme a data do seu objetivo esteja chegando, um treino leve pode ser o ideal. Contudo, se a meta ainda estiver consideravelmente longe, é possível e “liberado” um treino com maior intensidade.
“Os treinos mais leves são ótimos para conseguir um melhor desempenho aeróbio, sendo assim, podendo-se controlar melhor a respiração, as passadas e pequenos erros que fazem toda a diferença em um dia de competição”, salienta Professor Zeca, diretor técnico da Z.Track Assessoria Esportiva.
Diferentes ritmos, diferentes dias
O ritmo do treinamento pode ser ditado também de outra maneira, apenas de acordo com o seu estado mental no dia em que irá dar suas passadas. É aconselhável realizar treinos mais leves e que “castigam” menos o corpo quando o dia está mais estressante, deixando assim a corrida mais prazerosa, além, claro, de aliviar as tensões.
Já nos dias em que as coisas estejam dando certo, e os problemas longe, é provável que o aumento de ritmo e a vontade de acelerar surjam. “Muitas vezes baixar a intensidade em dias ruins e aumentá-lo em dias bons é praticamente uma ação involuntária. O importante é não deixar de correr e correr de forma responsável”, finaliza Zeca.
Entretanto estudos vem demonstrando que a intercalação de treinos mais leves, e mais descansos são muito mais eficazes na busca por melhores resultados.
Essa abordagem é bem detalhada no livro "Manual de Corrida" de Jeff Galloway, leitura, aliás, que recomendo a todos que gostam de praticar a modalidade.
Posto a seguir um artigo, ainda que superficial, publicado no site da O2.
Abs e bons treinos
Retirado do site da Revista O2 -18/05/2010
Ao evitar excessos em seus treinamentos, diminuindo o ritmo e respeitando as planilhas, você poupa energia e se sai melhor nas provas
Por Maurício Belfante
É instintivo achar que treinos com ritmo forte e que façam suar mais são melhores do que os realizados com menor esforço. Entretanto, os treinamentos de baixa intensidade são muitas vezes mais proveitosos para os atletas, fazendo com que o acúmulo de energia e a melhora de performance apareçam nas provas e objetivos que estão por vir.
Nem sempre mais é melhor. Treinos com ritmo forte e que fazem o corredor dar o seu máximo, têm sim seus pontos positivos, porém, a parte fisiológica acaba recebendo um cansaço extra, além de exaustão mental e aumento da probabilidade de lesões.
Controlando o ritmo das passadas em alguns treinamentos, é possível que o atleta tenha uma grande melhora no desempenho, além de ter aquela força a mais no dia da prova. “Se o corredor conseguir não extrapolar e nem deixar o seu ritmo tão abaixo, ele vai ter uma performance muito superior durante a competição”, explica Flávio Freire, diretor técnico da Assessoria Esportiva que leva o seu nome.
Entretanto, saber dosar o ritmo envolve sabedoria. É importante não deixá-lo nem muito acima do normal, nem abaixo. “Além da sobrecarga, o atleta não pode deixar o ritmo cair drasticamente, senão não terá estimulo suficiente durante a prova e poderá ter um mau desempenho”, completa o treinador.
Pontos positivos da corrida mais lenta
Dependendo das circunstâncias, o treino de baixa intensidade pode ser muito mais interessante de ser realizado do que um treino de ritmo forte. Conforme a data do seu objetivo esteja chegando, um treino leve pode ser o ideal. Contudo, se a meta ainda estiver consideravelmente longe, é possível e “liberado” um treino com maior intensidade.
“Os treinos mais leves são ótimos para conseguir um melhor desempenho aeróbio, sendo assim, podendo-se controlar melhor a respiração, as passadas e pequenos erros que fazem toda a diferença em um dia de competição”, salienta Professor Zeca, diretor técnico da Z.Track Assessoria Esportiva.
Diferentes ritmos, diferentes dias
O ritmo do treinamento pode ser ditado também de outra maneira, apenas de acordo com o seu estado mental no dia em que irá dar suas passadas. É aconselhável realizar treinos mais leves e que “castigam” menos o corpo quando o dia está mais estressante, deixando assim a corrida mais prazerosa, além, claro, de aliviar as tensões.
Já nos dias em que as coisas estejam dando certo, e os problemas longe, é provável que o aumento de ritmo e a vontade de acelerar surjam. “Muitas vezes baixar a intensidade em dias ruins e aumentá-lo em dias bons é praticamente uma ação involuntária. O importante é não deixar de correr e correr de forma responsável”, finaliza Zeca.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Como é que vai a carcaça?
Como é que vai a carcaça?
Trabalhar é legal, buscar objetivos profissionais, alcançar aquilo que se almeja. Mas não dá pra deixar a carcaça deteriorar, porque aí não há como colher os louros das conquistas.
Muitos executivos, empresários e profissionais vivem seus dias com muita pressão, estresse e preocupação e abandonam a prática de hábitos saudáveis.
Não precisa ser um natureba nem um rato de academia para ter uma vida mais saudável e prolongar a expectativa de vida. Basta ser comedido nas refeições e praticar alguma modalidade esportiva 3 vezes por semana.
Afinal um corpo saudável propicia uma cabeça tranquila e um estado interior em paz, que são combustíveis para ter mais energia, criatividade e resultados.
Chek ups demonstram a quantidade de executivos na UTI. Retrato preocupante:
70% têm sobrepeso
62% sedentários
52% altas taxas de colesterol
27% índices altos de triglicérides
23% gordura acumulada no fígado
18% bebem demais
17% hipertensão Riscos Potenciais
40% desenvolvimento de depressão ou outros distúrbios psicológicos
20% doenças cardiovasculares 16% diabetes tipo 2
Fonte: Revista Exame, edição 872
Trabalhar é legal, buscar objetivos profissionais, alcançar aquilo que se almeja. Mas não dá pra deixar a carcaça deteriorar, porque aí não há como colher os louros das conquistas.
Muitos executivos, empresários e profissionais vivem seus dias com muita pressão, estresse e preocupação e abandonam a prática de hábitos saudáveis.
Não precisa ser um natureba nem um rato de academia para ter uma vida mais saudável e prolongar a expectativa de vida. Basta ser comedido nas refeições e praticar alguma modalidade esportiva 3 vezes por semana.
Afinal um corpo saudável propicia uma cabeça tranquila e um estado interior em paz, que são combustíveis para ter mais energia, criatividade e resultados.
Chek ups demonstram a quantidade de executivos na UTI. Retrato preocupante:
70% têm sobrepeso
62% sedentários
52% altas taxas de colesterol
27% índices altos de triglicérides
23% gordura acumulada no fígado
18% bebem demais
17% hipertensão Riscos Potenciais
40% desenvolvimento de depressão ou outros distúrbios psicológicos
20% doenças cardiovasculares 16% diabetes tipo 2
Fonte: Revista Exame, edição 872
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Atirando pelas ruas
Imagine, agora, que um indivíduo pegou uma arma, saiu pelas ruas da cidade e começou a ameaçar aqueles com quem encontrava. Apontava a arma na direção de suas cabeças, ensaiava puxar o gatilho, recuava e continuava andando em seguida, assim, impassível.
Apesar de ouvir, sempre, que sua atitude era condenável, ele argumentava ser "apenas brincadeira", que a intenção era "somente dar um susto" nas pessoas.
Entretanto, em um dia qualquer, esse sujeito desprovido de qualquer remanescência de senso crítico, ao realizar uma de suas infames brincadeiras, provoca uma tragédia. Ao ameaçar puxar o gatilho, ele leva seu indicador curvado até o fim do curso, gerando um estampido seco e um corpo estendido no chão.
Desesperado, com a mente confusa tomada pelo álcool após a ingestão de diversas cervejas, ele parte em uma corrida desesperada, abandonando a cena do crime, deixando a vítima ali estendida sem nenhum socorro.
Co m certeza esse cidadão será preso e julgado por um crime doloso pois os atos que cometeu, partem do princípio de que ele sabia que estava infringindo a lei e que expunha ao risco a vida dos outros.
Diante disso me pergunto, então, se aqueles que transformam seus automóveis em armas, desrespeitando pedestres, corredores e ciclistas que transitam nas vias públicas, “dando sustos” e tirando finos não devem ser tratados de forma similar ao causarem um acidente.
Não assumo aqui uma postura radical, de que o motorista é sempre o culpado em um acidente, que envolva um veículo e uma bicicleta ou em um atropelamento. Mas reinvindico que haja respeito dos motoristas pelos atletas e pedestres, já que estes encontram-se completamente desprovidos de qualquer proteção contra um veículo em movimento.
É inadimissível, como já ocorreu comigo diversas vezes, que um motorista jogue seu carro para cima de uma bicicleta ou de uma pessoa, to mado de fúria, improcedente, e grite que “rua é lugar de carros”. Isso tem que chegar ao fim. A rua é lugar de todos, com respeito e segurança.
Divulgo a mensagem a seguir recebida por e-mail. Repassem e ajudem a criar uma nova cultura de respeito à vida.
Caros Amigos,
O Tribunal do Júri de Brasília submeterá a julgamento no próximo dia 11/02 – quinta-feira Leonardo Luiz da Costa que, em 19 de agosto de 2006, atropelou e matou na faixa central do Eixão Sul o biólogo e ciclista Pedro Davison. O condutor, que dirigia seu veículo com total desrespeito à vida, em altíssima velocidade e em local proibido ao trânsito de veículos automotores, tinha sua habilitação vencida, consumia bebida alcoólica no momento do crime, não freou, não procurou evitar a morte, não prestou socorro e se evadiu.
É importante que nos manifestemos em defesa da vida e do respeito às leis, por um basta a essa violência e pelo fim da impunidade que permite que irresponsáveis permaneçam nas ruas destruindo vidas e dilacerando tantas famílias.
Fazemos convite para sua participação em manifestação que realizaremos no dia 11 de fevereiro em frente ao Tribunal de Justiça do DF, data do julgamento, às 7h, horário da chegada dos jurados e dos senhores juízes.
Sua presença é importante para que expressemos que é inaceitável que tais crimes permaneçam impunes. Não deixe de comparecer e mostrar que Brasília defende a paz no trânsito, a condução responsável e o fim da impunidade dos crimes cometidos nas vias do Distrito Federal.
Vamos fazer nossa pressão e mostrar que queremos justiça e a condenação do réu. Mostrar que Brasília não aceita mais que casos dessa natureza sejam equivocadamente tratados como mero acidente. Vamos manifestar nosso desejo de mudança desse paradigma e confirmar uma nova jurisprudência de condenação dos que não respeitam as leis, desconsideram a vida e assumem se tornarem criminosos no trânsito.
Seremos gratos pelo seu apoio e presença.
Beth e Persio Davison
DATA: 11/02/2010 – 07h
LOCAL: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS - TJDFT
Fórum Milton Sebastião Barbosa, Anexo “B”(em frente ao estacionamento)
Brasília - DF
Apesar de ouvir, sempre, que sua atitude era condenável, ele argumentava ser "apenas brincadeira", que a intenção era "somente dar um susto" nas pessoas.
Entretanto, em um dia qualquer, esse sujeito desprovido de qualquer remanescência de senso crítico, ao realizar uma de suas infames brincadeiras, provoca uma tragédia. Ao ameaçar puxar o gatilho, ele leva seu indicador curvado até o fim do curso, gerando um estampido seco e um corpo estendido no chão.
Desesperado, com a mente confusa tomada pelo álcool após a ingestão de diversas cervejas, ele parte em uma corrida desesperada, abandonando a cena do crime, deixando a vítima ali estendida sem nenhum socorro.
Co m certeza esse cidadão será preso e julgado por um crime doloso pois os atos que cometeu, partem do princípio de que ele sabia que estava infringindo a lei e que expunha ao risco a vida dos outros.
Diante disso me pergunto, então, se aqueles que transformam seus automóveis em armas, desrespeitando pedestres, corredores e ciclistas que transitam nas vias públicas, “dando sustos” e tirando finos não devem ser tratados de forma similar ao causarem um acidente.
Não assumo aqui uma postura radical, de que o motorista é sempre o culpado em um acidente, que envolva um veículo e uma bicicleta ou em um atropelamento. Mas reinvindico que haja respeito dos motoristas pelos atletas e pedestres, já que estes encontram-se completamente desprovidos de qualquer proteção contra um veículo em movimento.
É inadimissível, como já ocorreu comigo diversas vezes, que um motorista jogue seu carro para cima de uma bicicleta ou de uma pessoa, to mado de fúria, improcedente, e grite que “rua é lugar de carros”. Isso tem que chegar ao fim. A rua é lugar de todos, com respeito e segurança.
Divulgo a mensagem a seguir recebida por e-mail. Repassem e ajudem a criar uma nova cultura de respeito à vida.
Caros Amigos,
O Tribunal do Júri de Brasília submeterá a julgamento no próximo dia 11/02 – quinta-feira Leonardo Luiz da Costa que, em 19 de agosto de 2006, atropelou e matou na faixa central do Eixão Sul o biólogo e ciclista Pedro Davison. O condutor, que dirigia seu veículo com total desrespeito à vida, em altíssima velocidade e em local proibido ao trânsito de veículos automotores, tinha sua habilitação vencida, consumia bebida alcoólica no momento do crime, não freou, não procurou evitar a morte, não prestou socorro e se evadiu.
É importante que nos manifestemos em defesa da vida e do respeito às leis, por um basta a essa violência e pelo fim da impunidade que permite que irresponsáveis permaneçam nas ruas destruindo vidas e dilacerando tantas famílias.
Fazemos convite para sua participação em manifestação que realizaremos no dia 11 de fevereiro em frente ao Tribunal de Justiça do DF, data do julgamento, às 7h, horário da chegada dos jurados e dos senhores juízes.
Sua presença é importante para que expressemos que é inaceitável que tais crimes permaneçam impunes. Não deixe de comparecer e mostrar que Brasília defende a paz no trânsito, a condução responsável e o fim da impunidade dos crimes cometidos nas vias do Distrito Federal.
Vamos fazer nossa pressão e mostrar que queremos justiça e a condenação do réu. Mostrar que Brasília não aceita mais que casos dessa natureza sejam equivocadamente tratados como mero acidente. Vamos manifestar nosso desejo de mudança desse paradigma e confirmar uma nova jurisprudência de condenação dos que não respeitam as leis, desconsideram a vida e assumem se tornarem criminosos no trânsito.
Seremos gratos pelo seu apoio e presença.
Beth e Persio Davison
DATA: 11/02/2010 – 07h
LOCAL: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS - TJDFT
Fórum Milton Sebastião Barbosa, Anexo “B”(em frente ao estacionamento)
Brasília - DF
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Mais um W assustando o mundo
Durante 8 anos um W causou medo e preocupação no mundo inteiro. Seu mandato chegou ao fim e, ainda que ele fosse ligado diretamente à política, ele é um dos principais responsáveis pela aparição de um novo W, agora na área econômica. Ele ainda é prematuro, ainda tem um formato de um V, ninguém sabe se ele terá forças para ir adiante em sua jornada. Entretanto, se seguir em frente em sua existência,causará tantos danos, ou até mais, do que seu predescessor.
Agora só resta ao mundo sentar à mesa e aguardar para saber se a sopa de letrinhas vai causar uma tremenda indigestão ou não.
Vale a lida também de uma análise feita em julho de 2009 ainda.
Recuperação em W, U, V... Veja o que especialistas esperam da Bolsa
Mau humor
4 de fevereiro de 2010 | 20h16
Celso Ming
Hoje os mercados sentiram a fraqueza de pernas que ataca os países de alta renda (veja tabela e o Confira).
Há apenas 15 dias, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, denunciava a fragilidade da situação fiscal “de muitos países do bloco do euro”. De lá para cá, os capitais fugiram espantados com a falta de segurança inspirada pelos títulos de dívida dos chamados Piigs (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha) e, hoje, Trichet convidou os analistas a dar melhor proporção às coisas: “A zona do euro tem situação fiscal melhor do que Estados Unidos e Japão.”
Na semana passada, os mercados haviam festejado o crescimento do PIB americano no quarto trimestre, a um ritmo animador de 5,7% ao ano. Mas mantiveram-se cegos a dois dados essenciais. O primeiro é o de que esse avanço do PIB não passa do efeito de um doping: o dos trilhões de dólares injetados nos bancos e na economia dos Estados Unidos pelo Tesouro e pelo Federal Reserve (Fed).
E o segundo, o de que crescimento econômico com aumento do desemprego não pode ser confiável, já que não sustenta o aumento da produção.
Para agravar o quadro, até mesmo a qualidade dos títulos soberanos do país mais poderoso do mundo começa a ser questionada. Hoje, uma das três mais importantes agências de classificação de risco, a Moody’s, advertiu que poderá desclassificar os Títulos e Notas do Tesouro americano, referência número 1 do mercado de ativos.
Imagine o baque que uma desclassificação dessas produziria nas reservas internacionais dos bancos centrais e no patrimônio de fundos de pensão e seguradoras.
A rigor, os mercados não vêm reagindo a nenhum dado novo. A deterioração das finanças dos países riscos é amplamente conhecida. Se houve alguma coisa nova foi ter “caído a ficha”. A corrida em direção aos refúgios em dólares parece ter sido apenas instintiva. Logo essa gente vai se perguntar se, diante do que já se sabe sobre a situação fiscal dos Estados Unidos, o dólar merece toda essa confiança.
Essas coisas descrevem um desenho lógico, como escreveu Chico Buarque. E o que se pergunta agora é se o treme-treme de hoje não reflete a tão temida curva em W da atividade econômica global, ou seja, de nova recaída para uma recuperação sabe-se lá quando.
Se esse desenho se confirmar, os bancos centrais dos países ricos terão de adiar indefinidamente o início da estratégia de saída, ou seja, o início do enxugamento do excesso de recursos que hoje zanza pelos mercados.
E o Banco Central do Brasil, que hoje acenou para mais dureza na condução da política de juros, poderá vir a ser obrigado a rever essa postura.
Confira
Falta o lado de lá – A derrubada dos mercados começou na Europa, quando as bolsas da Ásia já tinham fechado seus trabalhos. Apenas a partir da madrugada desta sexta é que se saberá como as bolsas do Oriente terão reagido ao vendaval.
Agora só resta ao mundo sentar à mesa e aguardar para saber se a sopa de letrinhas vai causar uma tremenda indigestão ou não.
Vale a lida também de uma análise feita em julho de 2009 ainda.
Recuperação em W, U, V... Veja o que especialistas esperam da Bolsa
Mau humor
4 de fevereiro de 2010 | 20h16
Celso Ming
Hoje os mercados sentiram a fraqueza de pernas que ataca os países de alta renda (veja tabela e o Confira).
Há apenas 15 dias, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, denunciava a fragilidade da situação fiscal “de muitos países do bloco do euro”. De lá para cá, os capitais fugiram espantados com a falta de segurança inspirada pelos títulos de dívida dos chamados Piigs (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha) e, hoje, Trichet convidou os analistas a dar melhor proporção às coisas: “A zona do euro tem situação fiscal melhor do que Estados Unidos e Japão.”
Na semana passada, os mercados haviam festejado o crescimento do PIB americano no quarto trimestre, a um ritmo animador de 5,7% ao ano. Mas mantiveram-se cegos a dois dados essenciais. O primeiro é o de que esse avanço do PIB não passa do efeito de um doping: o dos trilhões de dólares injetados nos bancos e na economia dos Estados Unidos pelo Tesouro e pelo Federal Reserve (Fed).
E o segundo, o de que crescimento econômico com aumento do desemprego não pode ser confiável, já que não sustenta o aumento da produção.
Para agravar o quadro, até mesmo a qualidade dos títulos soberanos do país mais poderoso do mundo começa a ser questionada. Hoje, uma das três mais importantes agências de classificação de risco, a Moody’s, advertiu que poderá desclassificar os Títulos e Notas do Tesouro americano, referência número 1 do mercado de ativos.
Imagine o baque que uma desclassificação dessas produziria nas reservas internacionais dos bancos centrais e no patrimônio de fundos de pensão e seguradoras.
A rigor, os mercados não vêm reagindo a nenhum dado novo. A deterioração das finanças dos países riscos é amplamente conhecida. Se houve alguma coisa nova foi ter “caído a ficha”. A corrida em direção aos refúgios em dólares parece ter sido apenas instintiva. Logo essa gente vai se perguntar se, diante do que já se sabe sobre a situação fiscal dos Estados Unidos, o dólar merece toda essa confiança.
Essas coisas descrevem um desenho lógico, como escreveu Chico Buarque. E o que se pergunta agora é se o treme-treme de hoje não reflete a tão temida curva em W da atividade econômica global, ou seja, de nova recaída para uma recuperação sabe-se lá quando.
Se esse desenho se confirmar, os bancos centrais dos países ricos terão de adiar indefinidamente o início da estratégia de saída, ou seja, o início do enxugamento do excesso de recursos que hoje zanza pelos mercados.
E o Banco Central do Brasil, que hoje acenou para mais dureza na condução da política de juros, poderá vir a ser obrigado a rever essa postura.
Confira
Falta o lado de lá – A derrubada dos mercados começou na Europa, quando as bolsas da Ásia já tinham fechado seus trabalhos. Apenas a partir da madrugada desta sexta é que se saberá como as bolsas do Oriente terão reagido ao vendaval.
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